Será que o comprimido cor-de-rosa funciona mesmo?

Viagra > viagra feminino efeito imediato


ObjetivoTestar clinicamente os benefícios e segurança da toma dos compostos de Libifeme na libido feminina num grupo de mulheres saudáveis e com fraca libido sexual. Grupo de estudoForam recrutadas 60 mulheres casadas e saudáveis em hospitais e clínicas de fertilidade.Das mulheres recrutadas, 54%, com idade média de 33 anos (26-49 anos) acusaram queixas na vida sexual com o cônjuge.

Ingrediente Origem Efeito proposto Estado regulamentar em Portugal
Sildenafil Sintético Vasodilatador Aprovado apenas para disfunção erétil masculina
Tadalafil Sintético Relaxamento vascular prolongado Não aprovado para uso feminino
L-arginina Aminoácido natural Precursor do óxido nítrico Suplemento alimentar, venda livre
Extrato de ginseng Planta medicinal Estimulante geral e circulatório Suplemento, sem alegações terapêuticas
Alprostadil Prostaglandina sintética Vasodilatação local intensa Uso off-label, receita médica obrigatória

As restantes 46%, com idade média de 30 anos (20-41 anos), foram recrutadas de clínicas de fertilidade e apresentavam um historial de infertilidade de 2 a 15 anos e recusavam inseminação artificial. ProcedimentoAs 60 mulheres tomaram um comprimido com os componentes presentes em Libifeme pela manhã, sempre à mesma hora, durante 6 meses. No início do estudo e a cada 4 semanas, as mulheres e respetivos cônjuges eram entrevistados e eram revistos aspetos da vida sexual da mulher como: libido (desejo sexual), dor no ato sexual, lubrificação adequada durante a relação sexual. Era também revisto o bem-estar geral da mulher e possíveis efeitos secundários. ResultadosDas 32 mulheres que apresentaram queixas na vida sexual com o cônjuge, 84% descreveram aumento da sua libido ao fim de 3 a 4 semanas de toma. O aumento da libido destas mulheres manifestou-se das seguintes formas:1. Maior satisfação na sua vida sexual, mais de metade destas mulheres correlaciona com:- Diminuição da dor;- Aumento da lubrificação vaginal. Das mulheres que entraram no estudo por apresentarem um historial de infertilidade de 2 a 15 anos, 75% relataram notório aumento da libido que conduziu à maior satisfação na sua vida sexual. Destas, 11 engravidaram ao fim de em média 3,5 meses (2-6 meses) de toma diária e sempre à mesma hora de Libifeme. Os componentes de Libifeme foram bem-tolerados por todas as mulheres estudadas e nenhum efeito secundário foi reportado. A lubrificação vaginal é vital para que as relações sexuais sejam satisfatórias, mas muitas mulheres têm este problema e sofrem em silêncio. (Libifeme é a solução ou Libifeme pode ajudar).

Produto ou substância Classificação Requer receita médica Disponível em farmácia
Sildenafil genérico Medicamento sujeito a receita médica Sim Sim, com receita
Tadalafil genérico Medicamento sujeito a receita médica Sim Sim, com receita
Suplementos com L-arginina Suplemento alimentar Não Sim, venda livre
Géis tópicos ditos afrodisíacos Cosmético ou suplemento Não Sim, mas sem eficácia comprovada
Alprostadil Medicamento sujeito a receita médica Sim Apenas mediante receita específica

Poderosa ação antioxidanteO Libifeme, devido à sua composição, preserva a saúde das células da mucosa interna da vagina, e assim promove maior lubrificação vaginal. Ação vasodilatadoraLibifeme aumenta a irrigação sanguínea da zona genital. Como a composição de Libifeme é 100% à base de extratos estandardizados de plantas, não interfere com nenhum mecanismo hormonal e como tal não provoca alterações de peso nem de humor. Para mulheres em idade fértil, 1 comprimido pela manhã.

A busca pela 'pílula rosa'

ObjetivoTestar clinicamente os benefícios e segurança da toma dos compostos de Libifeme na libido feminina num grupo de mulheres saudáveis e com fraca libido sexual. Grupo de estudoForam recrutadas 60 mulheres casadas e saudáveis em hospitais e clínicas de fertilidade.Das mulheres recrutadas, 54%, com idade média de 33 anos (26-49 anos) acusaram queixas na vida sexual com o cônjuge. As restantes 46%, com idade média de 30 anos (20-41 anos), foram recrutadas de clínicas de fertilidade e apresentavam um historial de infertilidade de 2 a 15 anos e recusavam inseminação artificial. ProcedimentoAs 60 mulheres tomaram um comprimido com os componentes presentes em Libifeme pela manhã, sempre à mesma hora, durante 6 meses. No início do estudo e a cada 4 semanas, as mulheres e respetivos cônjuges eram entrevistados e eram revistos aspetos da vida sexual da mulher como: libido (desejo sexual), dor no ato sexual, lubrificação adequada durante a relação sexual.

6. Ginseng

Era também revisto o bem-estar geral da mulher e possíveis efeitos secundários. ResultadosDas 32 mulheres que apresentaram queixas na vida sexual com o cônjuge, 84% descreveram aumento da sua libido ao fim de 3 a 4 semanas de toma. O aumento da libido destas mulheres manifestou-se das seguintes formas:1. Maior satisfação na sua vida sexual, mais de metade destas mulheres correlaciona com:- Diminuição da dor;- Aumento da lubrificação vaginal. Das mulheres que entraram no estudo por apresentarem um historial de infertilidade de 2 a 15 anos, 75% relataram notório aumento da libido que conduziu à maior satisfação na sua vida sexual.

7. Ginkgo biloba

Destas, 11 engravidaram ao fim de em média 3,5 meses (2-6 meses) de toma diária e sempre à mesma hora de Libifeme. Os componentes de Libifeme foram bem-tolerados por todas as mulheres estudadas e nenhum efeito secundário foi reportado. A lubrificação vaginal é vital para que as relações sexuais sejam satisfatórias, mas muitas mulheres têm este problema e sofrem em silêncio. (Libifeme é a solução ou Libifeme pode ajudar). Poderosa ação antioxidanteO Libifeme, devido à sua composição, preserva a saúde das células da mucosa interna da vagina, e assim promove maior lubrificação vaginal. Fazer toma mínima de 3 embalagens seguidas. Tempo de toma mínimo recomendado de 3 a 6 meses. Fazer sempre a toma durante um mínimo de 3 meses consecutivos e repetir sempre que seja necessário, durante o mesmo período de tempo. Cada embalagem tem 30 comprimidos, consumo para 1 mês. O Libifeme é um tónico sexual, 100% natural, suave e de eficácia terapêutica comprovada, que pode ajudar as mulheres com queixas de falta de libido sexual, reduzida lubrificação vaginal e/ou dor no ato sexual. Faça a sua encomenda de forma rápida e segura! As promessas são muitas, mas quais os cuidados a ter? Porquê tanto tempo à espera desta solução? Será que o comprimido cor-de-rosa funciona mesmo?

Produto Dosagem Quantidade + Bónus Preço
Viagra Genérico150mg10 comprimidos36.73€ 34.98€
Viagra Super Active100mg120 + 16 comprimidos198.37€ 188.92€
Viagra Genérico50mg10 comprimidos26.87€ 25.59€
Viagra Oral Jelly100mg63 + 7 saquetas190.54€ 181.47€
Viagra Genérico25mg20 comprimidos37.74€ 35.94€
Viagra Oral Jelly100mg220 + 18 saquetas562.28€ 535.50€
Viagra Genérico50mg120 + 6 comprimidos129.64€ 123.47€
Viagra Oral Jelly100mg30 + 5 saquetas115.76€ 110.25€
Viagra Genérico200mg60 + 4 comprimidos125.19€ 119.23€
Viagra Super Active100mg360 + 30 comprimidos470.93€ 448.50€
Viagra Original100mg12 comprimidos72.54€ 69.09€
Viagra Original100mg48 + 4 comprimidos207.15€ 197.29€
Viagra Genérico50mg30 + 4 comprimidos54.26€ 51.68€
Viagra Genérico200mg270 + 10 comprimidos379.76€ 361.68€

Já se estudaram outras alternativas para mulheres?

  • Vasodilatadores como a ioimbina podem ter efeito imediato no fluxo sanguíneo, mas causam ansiedade e taquicardia em muitas mulheres.
  • O efeito imediato de um produto depende da sua forma farmacêutica: as cápsulas orais demoram mais do que os comprimidos sublinguais.
  • Em Portugal, o INFARMED já apreendeu várias remessas de "viagra feminino" falsificado que continham sildenafil, um fármaco para homens.
  • O uso de sildenafil em mulheres pode provocar efeito imediato na congestão genital, mas não aumenta o desejo, o que causa frustração.
  • Não existe um "efeito imediato" universal, pois cada mulher reage de forma diferente à mesma substância.

Viagra azul versus “viagra” rosa: qual a diferença?

Só para tratar transtornos

Durante os ensaios clínicos, as mulheres também referiram tonturas, náuseas, fadiga, insónia e boca seca. No site da empresa Sprout Pharmaceuticals lê-se que o medicamento não serve para tratar perda de desejo sexual devido a uma condição médica ou psiquiátrica coexistente, a problemas na relação ou a efeitos secundários de outros medicamentos. @US_FDA approves #flibanserin for female hypoactive sexual desire disorder pic.twitter.com/uJKDo493dK É certo que nenhum medicamento está livre de apresentar efeitos secundários, por isso há que avaliar se os benefícios compensam os riscos. Tendo em conta que uma em cada cinco mulheres referiu ter tido efeitos indesejados e que as melhorias são pouco significativas talvez não se justifique, como argumenta o médico Walid Fouad Gellad, citado pelo site Vox. A FDA aconselha que as mulheres interrompam a medicação se ao fim de oito semanas não notarem efeitos positivos no desejo sexual.

1. Flibanserin

Outro ponto importante é que as mulheres refiram qualquer tipo de alteração, visto que não existem estudos do efeito a longo prazo de um medicamento que deve ser tomado diariamente. O medicamento que agora foi aprovado pela autoridade que regula os medicamento e alimentos nos Estados Unidos (FDA, Food and Drug Administration) já tinha visto o pedido de comercialização recusado duas vezes em 2010 e 2013, por não conseguir demonstrar que realmente resolvia o problema e porque apresentava manifestações severas dos efeitos secundários. “A combinação de uma prova de eficácia não muito robusta e o facto de o perfil de segurança não estar bem caracterizado fez-nos concluir que não estaria pronto para aprovação”, disse Sandra Kweder, vice-diretora do Gabinete de Novos Fármacos da FDA, citada pela NPR. A aceitação de comercialização em agosto de 2015, mediante recomendação de um painel de especialistas, parece ter sido em parte influenciada pelos testemunhos de mulheres que dizem ter sentido melhorias depois de tomarem o medicamento e pela pressão de movimentos que acusam a FDA de não se preocupar o suficiente com a sexualidade feminina. Um deles – Even the Score -, do qual a Sprout Pharmaceuticals faz parte, até preparou um vídeo de agradecimento à autoridade norte-americana.

“As mulheres sofrem bastante com a falta de libido, e praticamente em silêncio, por uma condição estigmatizada”

“A aprovação de hoje [dia 18 de agosto de 2015] fornece às mulheres angustiadas com a falta de desejo sexual uma opção de tratamento autorizada”, disse em comunicado de imprensa Janet Woodcock, diretora do Centro de Avaliação e Pesquisa de Drogas da FDA. “A FDA esforça-se por proteger e promover a saúde das mulheres e estamos comprometidos em apoiar o desenvolvimento de tratamentos seguros e eficazes para a disfunção sexual feminina.” Os ensaios clínicos realizados pelo laboratório Sprout Pharmaceuticals, que incluíram 2.400 mulheres antes de entrarem na menopausa, mostraram que o número de eventos sexuais satisfatórios foi maiores nas mulheres que tomaram flibanserina do que nas que tomaram placebo (comprimido sem medicamento dado com fins sugestivos). Mas a diferença parece pequena: ao longo dos meses de tratamento, as mulheres que tomaram flibanserina tiveram mais 0,5 a 1 encontro sexual satisfatório por mês, contra 0,3 a 0,4 nas mulheres que tomaram placebo. O medicamento que só funcionou em oito a 13 por cento das mulheres, segundo o site Vox, foi classificado de “um afrodisíaco medíocre com efeitos secundários assustadores”, pela diretora do projeto PharmedOut da Universidade de Georgetown, Adriane Fugh-Berman, que estudou a campanha de marketing do flibanserina. E outras recomendações para mulheres com falta de desejo sexual? A empresa farmacêutica norte-americana Sprout Pharmaceuticals conseguiu no dia 18 de agosto de 2015 a aprovação para comercialização, pela autoridade que regula a introdução dos medicamentos no mercado (FDA, Food and Drug Administration), do medicamento flibanserina, sob o nome comercial Addyi. O objetivo deste medicamento é tratar o transtorno de desejo sexual hipoativo (HSDD) – a diminuição do desejo sexual em mulheres que ainda não entraram na menopausa. “HSDD é definida com uma ausência persistente de pensamentos sexuais, de fantasias, de recetividade e vontade de envolvimento em atividades sexuais que causa ansiedade pessoal e nos relacionamentos e não pode ser justificado por outra condição médica ou pelo efeito de outra substância”, referiu o laboratório. Este medicamento é o primeiro no mercado com o objetivo de marcas viagra generico tratar diretamente a falta de desejo sexual – nenhum dos medicamentos de tratamento de disfunção sexual nos homens têm este objetivo.

Transtorno de excitação sexual feminina e a promessa do Viagra

A empresa farmacêutica norte-americana Sprout Pharmaceuticals conseguiu no dia 18 de agosto de 2015 a aprovação para comercialização, pela autoridade que regula a introdução dos medicamentos no mercado (FDA, Food and Drug Administration), do medicamento flibanserina, sob o nome comercial Addyi. O objetivo deste medicamento é tratar o transtorno de desejo sexual hipoativo (HSDD) – a diminuição do desejo sexual em mulheres que ainda não entraram na menopausa. “HSDD é definida com uma ausência persistente de pensamentos sexuais, de fantasias, de recetividade e vontade de envolvimento em atividades sexuais que causa ansiedade pessoal e nos relacionamentos e não pode ser justificado por outra condição médica ou pelo efeito de outra substância”, referiu o laboratório. Este medicamento é o primeiro no mercado com o objetivo de marcas viagra generico tratar diretamente a falta de desejo sexual – nenhum dos medicamentos de tratamento de disfunção sexual nos homens têm este objetivo. Flibanserina é recomendado às mulheres na fase de pré-menopausa – que inclui toda a vida sexual da mulher até ao aparecimento dos primeiros sinais da menopausa – que sofra de transtorno de desejo sexual hipoativo.

3. DHEA

O medicamento Addyi, que se prevê que comece ser vendido a 17 de outubro, tem um composto que potencia e outro que inibe a ligação da serotonina – a hormona que regula, entre outras coisas, a ansiedade e o humor, mas também a locomoção, a fome e a líbido. Mas, como refere a FDA em comunicado, ainda não foi possível perceber qual o mecanismo pelo qual aumenta o desejo sexual e diminui a ansiedade em relação a isso. See how the 'female Viagra' drug works pic.twitter.com/fb9kzpz3dk A Business Insider referiu que os alvos do flibanserina são dois neurotransmissores (substâncias que transmitem impulso nervoso): a dopamina, que atua na sensação de recompensa e prazer, e a norepinefrina, que controla a atenção e e a resposta ao meio ambiente. No entanto, e como alertou Bernardo Barahona Corrêa, consultor na Unidade de Neuropsiquiatria da Fundação Champalimaud, ainda existem poucas evidências que este fármaco seja realmente eficaz a cumprir o objetivo a que se destina. “Addyi foi aprovado com um estratégia para avaliação e mitigação do risco (REMS), que inclui elementos para assegurar o uso seguro (ETASU)”, referiu a FDA em comunicado de imprensa.

2. Testosterona

Estas medidas foram tomadas devido aos efeitos secundários previstos: pode causar quebras de tensão e perdas de consciência, efeitos que são agravados quando há ingestão de álcool, quando a mulher está a tomar determinados medicamentos ou caso tenha problemas de fígado. O medicamento que promete ser revolucionário vem recheado de avisos e precauções: obriga à prescrição médica e à formação específica e certificação dos profissionais se saúde – médicos e farmacêuticos -, alerta a FDA. “Os doentes e aqueles que prescrevem [o medicamento] devem compreender totalmente os riscos associado ao uso de Addyi antes de considerarem o tratamento”, disse em comunicado de imprensa Janet Woodcock, diretora do Centro de Avaliação e Pesquisa de Drogas da FDA. Aconselha-se que as mulheres tomem o medicamento ao deitar, para diminuir as consequências dos possíveis efeitos secundários, como hipotensão, síncope ou sonolência. E o consumo de álcool é totalmente contraindicado enquanto a mulher estiver a tomar a medicação. Flibanserina é recomendado às mulheres na fase de pré-menopausa – que inclui toda a vida sexual da mulher até ao aparecimento dos primeiros sinais da menopausa – que sofra de transtorno de desejo sexual hipoativo. O medicamento Addyi, que se prevê que comece ser vendido a 17 de outubro, tem um composto que potencia e outro que inibe a ligação da serotonina – a hormona que regula, entre outras coisas, a ansiedade e o humor, mas também a locomoção, a fome e a líbido. Mas, como refere a FDA em comunicado, ainda não foi possível perceber qual o mecanismo pelo qual aumenta o desejo sexual e diminui a ansiedade em relação a isso. See how the 'female Viagra' drug works pic.twitter.com/fb9kzpz3dk A Business Insider referiu que os alvos do flibanserina são dois neurotransmissores (substâncias que transmitem impulso nervoso): a dopamina, que atua na sensação de recompensa e prazer, e a norepinefrina, que controla a atenção e e a resposta ao meio ambiente. No entanto, e como alertou Bernardo Barahona Corrêa, consultor na Unidade de Neuropsiquiatria da Fundação Champalimaud, ainda existem poucas evidências que este fármaco seja realmente eficaz a cumprir o objetivo a que se destina. “Addyi foi aprovado com um estratégia para avaliação e mitigação do risco (REMS), que inclui elementos para assegurar o uso seguro (ETASU)”, referiu a FDA em comunicado de imprensa. Estas medidas foram tomadas devido aos efeitos secundários previstos: pode causar quebras de tensão e perdas de consciência, efeitos que são agravados quando há ingestão de álcool, quando a mulher está a tomar determinados medicamentos ou caso tenha problemas de fígado. O medicamento que promete ser revolucionário vem recheado de avisos e precauções: obriga à prescrição médica e à formação específica e certificação dos profissionais se saúde – médicos e farmacêuticos -, alerta a FDA. “Os doentes e aqueles que prescrevem [o medicamento] devem compreender totalmente os riscos associado ao uso de Addyi antes de considerarem o tratamento”, disse em comunicado de imprensa Janet Woodcock, diretora do Centro de Avaliação e Pesquisa de Drogas da FDA. Aconselha-se que as mulheres tomem o medicamento ao deitar, para diminuir as consequências dos possíveis efeitos secundários, como hipotensão, síncope ou sonolência.

Normas de segurança e requisitos legais

Ação vasodilatadoraLibifeme aumenta a irrigação sanguínea da zona genital. Como a composição de Libifeme é 100% à base de extratos estandardizados de plantas, não interfere com nenhum mecanismo hormonal e como tal não provoca alterações de peso nem de humor. Para mulheres em idade fértil, 1 comprimido pela manhã. Fazer toma mínima de 3 embalagens seguidas. Tempo de toma mínimo recomendado de 3 a 6 meses.

Flibanserin é o mesmo que Viagra?

Fazer sempre a toma durante um mínimo de 3 meses consecutivos e repetir sempre que seja necessário, durante o mesmo período de tempo. Cada embalagem tem 30 comprimidos, consumo para 1 mês. O Libifeme é um tónico sexual, 100% natural, suave e de eficácia terapêutica comprovada, que pode ajudar as mulheres com queixas de falta de libido sexual, reduzida lubrificação vaginal e/ou dor no ato sexual. Faça a sua encomenda de forma rápida e segura! As promessas são muitas, mas quais os cuidados a ter?

Qual o efeito do flibanserin?

Porquê tanto tempo à espera desta solução? Será que o comprimido cor-de-rosa funciona mesmo? Já se estudaram outras alternativas para mulheres? Viagra azul versus “viagra” rosa: qual a diferença? E outras recomendações para mulheres com falta de desejo sexual? E o consumo de álcool é totalmente contraindicado enquanto a mulher estiver a tomar a medicação. Durante os ensaios clínicos, as mulheres também referiram tonturas, náuseas, fadiga, insónia e boca seca. No site da empresa Sprout Pharmaceuticals lê-se que o medicamento não serve para tratar perda de desejo sexual devido a uma condição médica ou psiquiátrica coexistente, a problemas na relação ou a efeitos secundários de outros medicamentos. @US_FDA approves #flibanserin for female hypoactive sexual desire disorder pic.twitter.com/uJKDo493dK É certo que nenhum medicamento está livre de apresentar efeitos secundários, por isso há que avaliar se os benefícios compensam os riscos. Tendo em conta que uma em cada cinco mulheres referiu ter tido efeitos indesejados e que as melhorias são pouco significativas talvez não se justifique, como argumenta o médico Walid Fouad Gellad, citado pelo site Vox. A FDA aconselha que as mulheres interrompam a medicação se ao fim de oito semanas não notarem efeitos positivos no desejo sexual. Outro ponto importante é que as mulheres refiram qualquer tipo de alteração, visto que não existem estudos do efeito a longo prazo de um medicamento que deve ser tomado diariamente. O medicamento que agora foi aprovado pela autoridade que regula os medicamento e alimentos nos Estados Unidos (FDA, Food and Drug Administration) já tinha visto o pedido de comercialização recusado duas vezes em 2010 e 2013, por não conseguir demonstrar que realmente resolvia o problema e porque apresentava manifestações severas dos efeitos secundários.

  • O medicamento "Addyi" (flibanserina) pode levar várias semanas a produzir efeito, contradizendo a ideia de "efeito imediato" promovida por alguns vendedores.
  • Os efeitos imediatos negativos, como sonolência e hipotensão, podem ocorrer mesmo após a primeira toma, especialmente se combinados com álcool.
  • Em Portugal, as farmácias comunitárias não podem dispensar estes produtos sem receita médica válida.
  • O efeito imediato de um placebo é, em média, de 30 a 40% nas mulheres, o que explica muitos testemunhos positivos na internet.
  • Os suplementos alimentares com efeito "imediato" anunciado em revistas portuguesas estão sujeitos a legislação europeia que proíbe alegações terapêuticas.

“A combinação de uma prova de eficácia não muito robusta e o facto de o perfil de segurança não estar bem caracterizado fez-nos concluir que não estaria pronto para aprovação”, disse Sandra Kweder, vice-diretora do Gabinete de Novos Fármacos da FDA, citada pela NPR. A aceitação de comercialização em agosto de 2015, mediante recomendação de um painel de especialistas, parece ter sido em parte influenciada pelos testemunhos de mulheres que dizem ter sentido melhorias depois de tomarem o medicamento e pela pressão de movimentos que acusam a FDA de não se preocupar o suficiente com a sexualidade feminina. Um deles – Even the Score -, do qual a Sprout Pharmaceuticals faz parte, até preparou um vídeo de agradecimento à autoridade norte-americana. “A aprovação de hoje [dia 18 de agosto de 2015] fornece às mulheres angustiadas com a falta de desejo sexual uma opção de tratamento autorizada”, disse em comunicado de imprensa Janet Woodcock, diretora do Centro de Avaliação e Pesquisa de Drogas da FDA. “A FDA esforça-se por proteger e promover a saúde das mulheres e estamos comprometidos em apoiar o desenvolvimento de tratamentos seguros e eficazes para a disfunção sexual feminina.” Os ensaios clínicos realizados pelo laboratório Sprout Pharmaceuticals, que incluíram 2.400 mulheres antes de entrarem na menopausa, mostraram que o número de eventos sexuais satisfatórios foi maiores nas mulheres que tomaram flibanserina do que nas que tomaram placebo (comprimido sem medicamento dado com fins sugestivos). Mas a diferença parece pequena: ao longo dos meses de tratamento, as mulheres que tomaram flibanserina tiveram mais 0,5 a 1 encontro sexual satisfatório por mês, contra 0,3 a 0,4 nas mulheres que tomaram placebo. O medicamento que só funcionou em oito a 13 por cento das mulheres, segundo o site Vox, foi classificado de “um afrodisíaco medíocre com efeitos secundários assustadores”, pela diretora do projeto PharmedOut da Universidade de Georgetown, Adriane Fugh-Berman, que estudou a campanha de marketing do flibanserina.